História

Galeria de Ex-presidentes

Adelino Tessarini

Adelino Tessarini
03/10/1962 a 32/12/1964

Luciano Passarelli

Luciano Passarelli
01/01/1965 a 31/12/1966

Rodolfo Selito

Rodolfo Selito
01/01/1967 a 31/12/1970

Osvaldo Julio Vischi

Osvaldo Julio Vischi
01/01/1971 a 31/12/1982

Marcio Zucherato

Marcio Zucherato
01/01/1983 a 31/12/1986

Orlando Fornazeiro

Orlando Fornazeiro
01/01/1987 a 31/12/1988

Edney Righetto

Edney Righetto
01/01/1989 a 31/12/1990

Heredio Beli

Heredio Beli
01/01/1991 a 31/12/1996

Joberto Souza Martins

Joberto Souza Martins
01/01/1997 a 31/12/2000

Luiz Antônio de O. Neves

Luiz Antônio de Oliveira Neves
01/01/2001 a 31/12/2004

Flavio Guarinello

Flavio Guarinello
01/01/2005 a 31/12/2006

José Eduardo Cruz

José Eduardo Cruz
01/01/2007 a 31/12/2012

Rubens Paiva Marinelli

Rubens Paiva Marinelli
01/01/2013 31/12/2016

HISTÓRIA DO CLUBE DE CAMPO CACO VELHO

COMO SURGIU ESTA MARAVILHA....

Quando nasce uma ideia, fruto de uma necessidade ou sonho, nasce também o desafio de realizá-la. Foi assim que, em 1946, um grupo de amigos, alguns quarentões, outros mais jovens, reunia-se para descontrair-se nos finais de semana, na praça de esporte da Escola Agrícola de Espírito Santo do Pinhal:

Joaquim Agnelo Ribeiro (Tio Quim), Adolpho Bizzachi, Dr. Armando Costa França Mondadori, Luiz Rodrigues Froes, José Salvetti (Zéca), Carlos Ennio Olivier, Amadeu Bizacchi, Raphael Novaes, José Luiz Baldassari Leite, Afonso Fernandes Neto, Pedro Vergueiro Brando, Lucio Moura Ferrão, Júlio Gonzales, Auleo Ferraz, Djalma Vergueiro Ribeiro, Primo Sarcinelli, Oswaldo Vergueiro (Vadico), Ubirajara Malanconi, Ivan Vergueiro, Almiro Bueno, Arlindo Fernandes, Newton Rosas, Glauco Mandadori, Eros Mandadori, Carlos Vergueiro, Mauro Queiros, Sinésio Macedo, Manoel Carlos Gonçalves, Niquinho, Moacir Vergueiro, Láu Bergamin, Omar V. Davison, José Franza, Expedito Agostini, Rafael Novaes, Amantino Salveti (Rato), João (Gordinho), Waldomiro Roca, Ari Camargo, Eduardo Ramos, Hugo Bizzachi, Renato Marinelli, Luciano Passarelli, Osvaldo Carreteiro, Júlio Giardini, Anésio Miranda, Vicente Miguel, Sargento Carneiro, Prof. Rufo, Dr. Léo, Lúcio dos Santos, Antonio Portugues, Xuxu, Rubens Campi, Padreco, Bonéca, Romeiro e Homero Rossi, Cassimiro, Plinio, Flávio, Pépi, Adauto Rosas e outros.

Com o passar do tempo, surgiu a necessidade de se dar um nome a esse grupo, que, na realidade, já tinha a essência necessária à formação de um verdadeiro clube.

Dentre os papos e as conversas moles e gostosas que surgiam nesses encontros, surgiu a ideia de dois nomes para o grupo, sendo: o de Caco Velho para os de mais idade e de Flor da Mocidade para os mais jovens e, para decidir qual nome ficaria, foi proposta uma partida de futebol, em que o vencedor desse confronto ficaria com o nome. O time vencedor foi o do Caco Velho e assim nasceu o “Caco Velho”, que ainda não era um Clube e, sim, um grupo de pessoas, grupo esse que, aliás, liderado pelo saudoso Tio Quim, durou anos.

Com a inauguração do Estádio Municipal “Dr. Fernando Costa”, o Caco Velho passou a treinar no estádio, aos sábados à tarde. Agora no estádio, com outras modalidades de esporte, tais como natação, vôlei, basquete, tênis etc., o grupo foi se dispersando, até parar totalmente, para renascer mais tarde, com mais jovens e direcionado somente para o futebol.

Esse grupo, agora em sua nova fase, já em 1962, com quarenta e quatro caqueanos, passou a ser um grupo fechado e, com o advento da formação de outro grupo que queria dividir os treinos que eram realizados aos sábados pelo Caco Velho, surgiu um impasse, um verdadeiro problema, o estádio era municipal.

Desejando dar um rumo certo para resolver o impasse criado, Luciano Passarelli lançou a ideia: “Vamos falar com o Tessarini, comprar uma área de terras, fazer o nosso campo de futebol, e eles que fiquem com o estádio...”.

Na tarde do outro dia, foram o Tessarini, Nondinha, Flávio Guarinelo, sargento Darci Nunes de Almeida ver a área de terras, que era localizada na Fazenda Palmeiras, que foi aprovada e hoje é o atual Clube de Campo Caco Velho, concretizando-se o sonho idealizado.

Em 03 de outubro de 1962, foi firmado compromisso de compra e venda da gleba de terras com a Dona Diva.

A sua primeira diretoria, que teve seu mandato de 03/10/1962 a 31/12/1964, foi constituída pelas seguintes pessoas: ADELINO TESSARINI: Presidente, LUCIANO PASSARELLI: Vice-Presidente, Secretário: JOAQUIM ROGÉRIO VERGUEIRO BRANDO, Tesoureiro: ADALBERTO MARIANO LOPES. Com destaque para vários colaboradores, tais como: Adolfo Bizachi, Jorge Miranda, Rodolpho Selitto, Waldomiro Miranda, Hélio Abrucese, Antônio de Paula Medeiros Baptista, Antônio Costa, Hélio Vergueiro Leite, Wilson Ramponi, Nego Malachias, Walter Chaim, Waldomiro Porreca, Pedro Tamaso e outros que não mediram esforços na construção do campo de futebol, primeira obra do Clube, em 1963, que foi construido num taboleiro, sendo empregados dois tratores, uma plaina e vários caminhões, sendo acompanhados os trabalhos por dezenas de pessoas a que lá compareciam diariamente. O seu primeiro treino, no campo ainda sem grama, ocorreu em junho de 1963, quando todos participaram de um dia inesquecível.

Após esta etapa, o campo foi gramado, com parte da grama da própria Fazenda Palmeiras, numa contribuição da Dª.Diva para com o Clube, o resto da grama veio da Fazenda Cataguá, por intermédio do companheiro e grande esportista Pedro Parducci, e o interessante é que grande parte da grama foi plantada pelos próprios caqueanos.

Uma vez construída a ponte sobre o rio edificada e o término do taboleiro para o campo de futebol, foram construídos açudes, estradas internas, barragens, aterros, áreas para estacionamento e muitos outros serviços.

Com a necessidade de crescer foi aberta sua porta a novos sócios e, segundo deliberação da diretoria e conselho, foram colocados à venda cem títulos de sócio proprietário, inicialmente com o valor de Cr$. 60.000,00.

Ainda na gestão do Tessarini, foi construída a casa do zelador e celebrada missa de ação de graça pelo então vigário de nossa cidade Monsenhor José Jerônimo Balbino Fucciolli, auxiliado pelo Irmão Estevão (Vanher Kuizen).

Em 27.08.1964, foi inaugurado o Bosque “Tio Quim”. Também nessa época foram construídas duas pistas de bocha cobertas, com sanitários: masculino e feminino, e foi aprovado o estatuto do clube que passou a reger os destinos do mesmo.

Fundadores: Adalberto Mariano Lopes, Adelino Tessarine (1º presidente), Adolpho Bizzacchi, Agenor Tessarine, Antônio Agostini, Antonio Ferreira Gomes, Antônio Medeiros Batista, Argemiro Scalese, Argentino Vila Boas, Cássio Scannapieco, Ciro Vergueiro Ribeiro, Darci Nunes Almeida, Edson Roberto Munhoz, Egidio Delbin, Epaminondas Ferreira Jr, Ézio Begali, Flavio Fernando Guarinelo, Gecil Ignácio Buldrini, Geraldo Scanapieco, Guilherme F. Carreiro, Isolino Rodrigues da Silva, Ivan Casalecchi, João Thomas de Lima, Jamir Morestegan, José Brito Leme, José Carlos Françoso, José Scanapieco, José Vicentini, Joaquim de Oliveira, Luciano Passarelli (2º. Presidente) Luiz Benedito Julião, Nelson Wilson Barg, Oswaldo Júlio Vischi (4º. Presdidente), Pantaleão Belcuori, Pantaleão Mario Delbin, Paschoal Medeiros Batista, Pedro Vischi, Rolando Franco de Moraes, Sebastião Pinto da Silva, Sérgio Mariano Lopes, Waldomiro Porreca, Werter Benedito Françoso e Wilson Ramponi.

Sócios Beneméritos, que prestaram relevantes serviços ao Clube:
Belmiro Florezi, Diva Sarcinelli Gonçalves, Gilberto Carrara, Joaquim Rogério Vergueiro Brando, Jorge Miranda, Pedro Tamaso, Pedro Vergueiro Brando, Rodolpho Sellito (3º. Presidente), e Sebastião Paschoal Scanapieco.

A história do Clube de Campo Caco Velho é um verdadeiro exemplo de idealismo, trabalho e dedicação. Partindo-se de um objetivo comum, todos se empenharam em remar na mesma direção. Como o cultivo de flores, em que a paixão (verdadeira estufa da amizade) reunida à terra, boas sementes e um fiel riacho d'água, donde emana a vida e, sobremaneira, no revezamento de muitas mãos em plantar, regar e colher, fizeram brotar muitas flores e, na plenitude de sua beleza, deixaram muitas sementes. Hoje, todos também colhemos e, como obrigação, temos que continuar cuidando deste jardim que é um verdadeiro paraíso, onde podemos acalmar nosso espírito do corre-corre da vida moderna.

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